Percival Muniz ironiza Pedro Taques é diz que hoje a coisa mais fácil é vencer o governador nas eleições
Ele que já foi aliado do governador e agora faz parte do grupo de dissidentes afirma que o governador errou muito em sua trajetória de governo.
A semana foi a pior possível para o governador Pedro Taques (PSDB). E justo quando comemorava seus 50 anos de idade. Invés de receber como presentes promessas de alianças para seu sonho em disputar a reeleição, recebeu uma saraivada de críticas, todos de aliados e ex-aliados.
O ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (Sem partido) que acabou sendo deposto do PPS, onde comandou por mais de 10 anos para que a sigla não fosse para a oposição e se mantivesse fiel ao governo, aproveitou este sábado para profetizar que hoje a coisa mais fácil que existe é vencer o governador Pedro Taques e diz que o tucano está isolado no Paiaguas.
Revoltado com a forma como foi tratado dentro do PPS e ressentido com o governador que deu apoio para que seu secretário de Educação, Marco Marrafon assumisse a presidência da sigla em Mato Grosso, Percival Muniz confirmou que vai estar ao lado da oposição ao governo, se empenhando ao máximo pela derrota taquista e disse que vem conversando quase que diariamente com o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (ingressando no DEM) e o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (Sem partido).
“Estamos conversando para mais a frente o debate ir se afunilando. Hoje há um consenso de que o Pedro está muito isolado. Sinto que ganhar do Pedro hoje é fácil. O que eu poderia resumir é que a nossa avaliação e de que esse é um Governo que está isolado da sociedade, isolado dos grupos políticos, se isolou muito. A gestão dele é fraca e muito isolada. Esse é um consenso de todos nós”, disse o ex-prefeito.
Ele que já foi aliado do governador e agora faz parte do grupo de dissidentes afirma que o governador errou muito em sua trajetória de governo.
“Sonhamos com um Governo eficiente, que pudesse melhorar a situação de Mato Grosso, a vida das pessoas, a prestação dos serviços públicos. E está se revelando, no final do mandato, que não temos isso. Então temos que buscar nossa trajetória de um governo desenvolvimentista. Precisamos tirar uma lição disso para não errar”, disse.
