Em Barra do Bugres Pai de família reage e põe ladrão pra correr
Eram por volta das 2 horas da madrugada desta quarta-feira (25), quando o senhor Marcelo Sandri repousava tranquilamente em sua residência em Barra do Bugres, quando ouviu sons em uma das portas de sua casa.
Foi então que levantou-se para ver o que ocorria e notou que os sons aumentaram como que alguém forçava a porta de sua residência pelo lado de fora, provavelmente à fim de adentrar em seu lar sem ser convidado.
Sem outra opção, com a sua família dentro de casa, Marcelo não viu outra opção naquele momento, se não, apossar de sua arma de fogo e efetuar um disparo de advertência, pois o bandido já estava quase alcançando o seu objetivo e não haveria tempo de ligar para a polícia ou pedir socorro.
Após efetuar o disparo, o cidadão esperava que o marginal se evadisse do local. Para a sua surpresa, o delinquente também fez vários disparos pelo lado de fora. Marcelo então, defendendo-se, também efetuou disparos, só que desta vez em direção a porta da residência, exercendo claramente o seu direito de defesa garantido pela Lei.
Após os seus disparos, ele ouviu mais outros do lado de fora, em seguida um grito assustado de uma pessoa do sexo feminino e logo depois o barulho de um carro saindo rapidamente do local.
Um dos moradores da região, com o barulho consequente, avistou uma mulher e um homem de boné, entrando em um automóvel e saindo em disparada. Um dos disparos efetuados pelo ladrão atingiu o portão e o automóvel de propriedade da vítima.
Após ser chamada, a polícia chegou rapidamente ao local e prosseguiu com o procedimento padrão.
Relato de um vereador de Tangará da Serra coloca como linha de investigação os dois suspeitos em questão, podem ser as mesmas que tentaram contra a sua pessoa há poucos dias. O vereador contou que parou para dar carona a uma mulher na estrada, quando notou um carro com as mesmas características parando atrás do seu veículo. Em seguida ele saiu em disparada do local para evitar o que suspeitou ser um assalto.
A Polícia Judiciária Civil da Comarca prossegue com investigações para identificar o ladrão.
Lembrando que a arma usada pela vítima é de sua propriedade, devidamente registrada, assim como o seu Porte de Arma eminente. O que se pergunta é se caso a vítima não tivesse reagido, provavelmente o marginal teria invadido a sua residência onde se encontravam a sua esposa e seus filhos e, de posse de uma arma, provavelmente teria acontecido o pior. Ou não?
