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Pesquisa revela que 96% das indústrias de MT já sofrem impactos da crise

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A segunda rodada da pesquisa sobre a percepção do empresário industrial mato-grossense, diante da pandemia de covid-19, revela que 96% das indústrias sofreram impactos negativos nos últimos dias. O número registrou aumento em relação à semana anterior, quando 80% dos entrevistados disseram ter prejuízo por conta do vírus.

Os dados foram coletados pela Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), por meio do IEL Pesquisa e do Observatório da Indústria, e divulgados na sexta-feira (27/03). Cinquenta empresários de nove setores diferentes responderam aos questionários.

O setor também demostra preocupação com o cenário econômico a médio prazo. Do total dos entrevistados, 55,1% de empresários preveem tendência de piora, 26,53% acreditam em estagnação do setor e apenas 18,37% estão otimistas.

Redução de vendas, questões de transporte e logística e dificuldades de acesso aos insumos são os principais obstáculos enfrentados pelas indústrias do estado. Dos empresários entrevistados, 40 deles registraram queda no faturamento e 16% recorreram ao sistema financeiro para mitigar os efeitos da crise.

Medidas trabalhistas como a adoção do teletrabalho, compensação de bancos de horas e antecipação de férias individuais também têm sido alternativas adotadas pelos empresários. “O Ministério da Saúde já confirmou que conviveremos com esse vírus ao longo de 2020. A retomada de algumas atividades econômicas, por meio do decreto do estado, vai ajudar a reorganizar o sistema produtivo de Mato Grosso e, possivelmente, reduzir os impactos negativos. Tudo isso, obviamente, observando estritamente a segurança e a prevenção”, pondera o presidente do Sistema Fiemt, Gustavo de Oliveira.

O Sistema Fiemt tem dado todo o suporte necessário aos empresários para o enfrentamento da pandemia. Todo o trabalho é coordenado pelo comitê de gerenciamento de crise, implantado para monitoramento permanente da situação.

Esta edição da pesquisa ouviu empresários dos setores de alimentos, madeira, construção civil, indústria da transformação e geral, bebidas, combustíveis e biocombustíveis, químico e minerais não metálicos.

Fonte: Folhamax

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