Teatro de fantoches
Pensam que é algo novo? Não, isso já vem de outros governos e de outras décadas, só que em diferentes formatos e podemos ver isso na falência do Banco do Estado de Mato Grosso e outros casos semelhantes e de pouca repercussão ao avaliarmos a época em que aconteceu e agora, quando a espionagem está escancarada e não se pode nem entrar no banheiro e deixar a porta entreaberta.
Ela, uma caloteira de primeiro time, respondendo a ações trabalhistas, é a preferida do papai para ocupar o Ministério do Trabalho como moeda de troca para apoio a reforma da Previdência. Será que os fins justificam os meios em prol de Cristiane Brasil e contra o Brasil?
Esse é um tipo de negociata política que coloca o presidente Michel Temer diante de uma situação muito complicada, mesmo para quem já tem anos de experiência em tudo o que é barbaridade em termos de política. Somos mais de 200 milhões contra pouco mais de 600 parlamentares que integram o Congresso Nacional, cujas atividades, em alguns casos são respaldadas por leis que eles mesmos criaram e que são interpretadas pelos preclaros amigos colocados na Justiça por estes mesmos políticos.
Quem vai prevalecer, a vontade do povo ou a aliança maquinada por Temer e sua equipe?
Em Cuiabá, daqui vemos com assombro a rerevigoração da vontade de meia dúzia contra os interesses de toda uma população, a Verba Indenizatória e o 13.º salário para vereador. Para quem pensava que os ex-presidentes daquela Casa do Povo (kkkkk) fizeram feio, veja as proezas de Justininho Malheiros malhando com ferro frio, fazendo e acontecendo no Centro da América do Sul.
Ainda bem (credo em cruz!) que aqui em Rosário Oeste não tenha um palácio com tantos horrores e porque o malfeito sempre acaba descoberto e muitos sabem disso. No nosso teatro daqui, só contos de fadas, histórias de pescadores (e de pecadores), sobre Joãozinho e Maria, e nada de horrores copiados de outras cidades.
Ainda bem.
Por Margarida Rubia
